Armadilhas mentais são pensamentos disfuncionais e não realistas que influenciam as nossas emoções e comportamentos. Em geral, são pensamentos automáticos que podem surgir de forma tão rápida ao ponto do indivíduo não conseguir percebê-lo, identificando somente o mal estar causado por ele.
Pode ser gerado em decorrência de crenças disfuncionais ou transtornos mentais, como a Ansiedade.
Você chega a conclusões após manter o foco nos detalhes negativos e deixar de fora de seu filtro os detalhes positivos.
Você chega a conclusões negativas, apesar de não ter evidências que as comprovem ou mesmo quando tem evidências contrárias a essas conclusões.
Você mantém o foco nos resultados negativos de uma ou mais situações limitadas e usa esses resultados para criar regras e conclusões amplas e gerais sobre vários aspectos de sua vida.
Quando você pensa sobre você mesmo, sobre os outros ou sobre uma situação, você maximiza os aspectos negativos ou minimiza os aspectos positivos.
Quando algo ruim acontece, você assume a culpa por isso, mesmo quando a culpa não é sua.
Você vê apenas duas categorias para pessoas e situações; são ou totalmente bons ou totalmente ruins, perfeitos ou defeituosos, um sucesso ou um fracasso.
Você pensa que não haverá esperança em seu futuro e que será repleto de catástrofes, sem considerar outros resultados possíveis.
Você supõe saber o que as outras pessoas estão pensando ou sentindo, sem considerar outras possibilidades.
Você tem uma ideia fixa e particular sobre como as coisas “deveriam” ser, e você fica chateado ou com raiva quando as suas expectativas não são atingidas.
Você acredita que os seus sentimentos são julgamentos verdadeiros sobre quem você é.
Você atribui um julgamento ou rótulo negativo a você mesmo, aos outros e às situações, sem olhar para todos os fatos.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) atua através de técnicas cognitivas e comportamentais na modificação de pensamentos e crenças disfuncionais que impactam em todas as área do indivíduo, de forma a quebrar ciclos destrutivos associado às mesmas.
Referência bibliográfica
Baseado em: Wood, J. C. (2010). The Cognitive Behavioral Therapy Workbook for Personality Disorders. Oakland: New Harbinger.